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Dicas para cuidar da saúde mental em tempos de pandemia

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O momento pelo qual o mundo está passando é único para a maioria das pessoas.

A COVID-19, além de provocar complicações na saúde física das pessoas, também trouxe mudanças bruscas em suas rotinas, principalmente com o isolamento social.

São durante estes momentos de incerteza que nos sentimos mais ansiosos, tristes e angustiados.

Para lidar com a situação é preciso cuidar da saúde mental também. O que nós podemos fazer é buscar amenizar os sintomas e tentar viver de uma maneira saudável com algumas dicas abaixo:

  • Evite o excesso de informações;
  • Estabeleça uma rotina diária;
  • Se dedique a atividades e hobbies que você gosta;
  • Não deixe de interagir com seus familiares e amigos pelas redes sociais, telefones e aplicativos;
  • Cuide bem do seu sono.
Agosto Lilás mês de combate à violência contra a mulher/relacionamento abusivo

Campanha Agosto Lilás e o relacionamento abusivo em pauta

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Este ano a Lei Maria da Penha completa 13 anos e o Ministério Público Estadual (MPAL) promove a Campanha Agosto Lilás reunindo uma série de debates que buscam conscientizar a sociedade sobre a gravidade do relacionamento abusivo. Infelizmente, o número de vítimas que sofrem agressões físicas e psicológicas de seus parceiros não para de crescer. Para ter uma ideia, apenas no Brasil, 3 em cada 5 mulheres afirmam viver ou já ter vivido uma relação abusiva.

Brasil: um dos países mais violentos

Segundo dados do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), o Brasil está em 5° lugar quando o assunto é violência doméstica contra mulheres. Em meio aos processos judiciais, há cerca de um milhão de casos, sendo dez mil de feminicídio. Sendo assim, é de extrema importância discutir a temática publicamente. Continue lendo o texto a seguir e veja alguns sinais que te ajudarão a identificar um relacionamento abusivo. Mas antes, vale ressaltar que qualquer um está sujeito a ser a “vítima” do relacionamento abusivo, porém o mais comum é entre homens e mulheres, onde a figura masculina assume o papel de agressor. Tudo dependerá da questão de poder que uma pessoa exerce sobre a outra.

Afinal, o que é um relacionamento abusivo?

Muitos acreditam que o relacionamento abusivo se restringe a um indivíduo que agride fisicamente e a cônjuge que apanha, mas isso não é verdade. A agressão pode existir de diferentes formas e deixar marcas para o resto da vida, inclusive psicológicas. A violência verbal é mais difícil de ser identificada e é por essa razão que na maior parte das vezes até a própria vítima demora a assimilar o tipo de relação abusiva que está vivendo.

5 Sinais de um relacionamento abusivo: ações comuns entre o agressor e a vítima

1. Quer afastar o outro de tudo e de todos

Exige que a pessoa se afaste de determinados amigos e familiares buscando uma “justificativa” para tal controle. O plano é deixá-la sozinha e dependente apenas dele.

2. Culpa o cônjuge por tudo/manipulação

O abusador está sempre procurando uma maneira de manipular a situação e fazer com que o jogo vire, fazendo com que a outra pessoa se sinta culpada e peça desculpas por algo que não fez. Para conseguir o que deseja o agressor não hesita em fazer chantagens emocionais, chantagens e pressões psicológicas, principalmente com o que sabe que machuca a parceira, afinal, não se importa com o que ela sente e julga seus sentimentos como “bobagem” e baixando a autoestima da vítima.

3. Enxerga o outro como propriedade

Vê a pessoa como posse, querendo controlar tudo que ela faz e agindo com exaltação quando contrariado. Nesse cenário, as agressões, ofensas, xingamentos e humilhações são excessivos.

4. Controle e violência

O agressor quer controlar o dinheiro do casal e ditar com o que a outra pessoa pode ou não gastar, o que vestir e o que fazer. A vítima se sente intimidada e passa a pedir “permissão” para tudo, além de se sentir “pisando em ovos”. Cada ação é pensada de modo que o outro “não se zangue”, mas a realidade é que no relacionamento abusivo, os abusadores são imprevisíveis. A violência pode ser física, verbal e psicológica.

5. Ciúme excessivo/paranoia e invasão de privacidade

Está sempre na paranoia de que está sendo “traído”. Pedindo senhas, lendo mensagens, fuçando as redes sociais, perseguindo e não respeitando a individualidade da vítima. A falta de confiança e paranoia é justificada com frases como: “se não tem nada a esconder, não tem o que temer”.

Abuso é crime. Denuncie e peça ajuda discando 180 – a Central de Atendimento à Mulher, ou procure a Delegacia da Mulher mais próxima.

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o que é janeiro branco

Entenda o que é a Campanha Janeiro Branco e seus objetivos

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Hoje viemos falar sobre um assunto que é muito importante, mas que nem todos possuem conhecimento: a Campanha Janeiro Branco. Assim como a Campanha Outubro Rosa, ela tem um grande significado. E você, já ouviu falar? Não? Então continue lendo o texto a seguir:

Saiba mais sobre a Campanha Janeiro Branco

A Campanha Janeiro Branco surgiu em 2013, fruto de uma ideia que psicólogos de Uberlândia (Minas Gerais), tiveram ao se inspirar na Campanha Outubro Rosa. Contudo, a Janeiro Branco tem objetivos diferentes e seu foco está voltado para o bem-estar emocional. Mas por que janeiro? Bom, segundo os médicos, se trata de um mês de renovação, onde as pessoas automaticamente ficam mais reflexivas e fazem uma avaliação da própria vida.

Segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde (OMS), as taxas de suicídio ocorrido mundialmente por sintomas de ansiedade e depressão não param de crescer. Sendo assim, o propósito era fazer com que todos começassem a dar atenção a Saúde Mental, como priorizar o equilíbrio emocional, a qualidade de seus relacionamentos e se questionarem: “eu realmente sou feliz assim?”, sempre procurando maneiras de manter a mente saudável.

Os criadores da causa entendem que se deparar com questões de ordem psicológica-existencial é uma forma de incentivar, conscientizar e precaver não só aqueles que são atingidos diretamente ou indiretamente, mas também as autoridades públicas, ou seja, a sociedade no geral.

Como foi o início do Janeiro Branco?

Ela foi colocada em prática a partir de Janeiro de 2014. As primeiras edições contaram com participação de profissionais e estudantes de psicologia de distintas regiões do Brasil que souberam do evento por meio da internet. O modo de abordar a temática foi diverso. Roda de conversa, dinâmica em grupo, palestras inesperadas em locais populares, entre eles: hospitais, escolas e universidades, restaurantes, pontos de ônibus, shoppings, igrejas, bancos, praças, etc.

Por que promover a Saúde Mental?

Durante os acontecimentos, além de publicar nas redes sociais, os integrantes do Janeiro Branco deram entrevistas aos demais veículos de comunicação, expandindo o tema através de jornais impressos, rádios e canais de televisão. Contribuir, decisivamente, para a construção, o fortalecimento e a disseminação de uma “cultura da Saúde Mental”, favorece, estimula e garante a elaboração efetiva de políticas públicas em benefício dos indivíduos e das instituições.

Portanto, o Janeiro Branco é uma medida preventiva que busca auxiliar a recuperação de pessoas antes que elas adoeçam e pensem em se suicidar. Planejar ações estratégicas e orientar é o ponto principal do Janeiro Branco. Que tal abraçar a causa e ajudar a todos que precisam? Basta compartilhar esse artigo em suas redes sociais.

Alguém próximo a você pode estar precisando de um conselho, uma demonstração de afeto ou até mesmo uma palavra de apoio. Lembre-se que doenças como depressão e ansiedade podem estar presentes em qualquer lugar e tornar qualquer um refém, devastando as pessoas aos poucos e as destruindo por dentro. Infelizmente, muitas vezes nem suspeitamos que aquele amigo ou familiar próximo possa estar passando por isso, a pessoa pode distribuir sorrisos, mas estar interiormente adoecida.

A Belém Saúde tem a preocupação de dizer que se você está passando pelo que foi citado acima, não deixe de procurar ajuda médica. Nenhum problema é grande demais que não possa ser resolvido. Estamos aqui para ajudá-lo e mostrar que a vida vale a pena, desistir de viver nunca deve ser considerado uma opção.

Aproveite e leia também: Medicina do trabalho: por que ela é fundamental para sua empresa?