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conheça o fevereiro roxo

Fevereiro roxo: entenda sobre essa conscientização

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No artigo anterior falamos a respeito do Janeiro Branco, onde muitas pessoas ficaram surpresas ao saber que além do Outubro Rosa e o Novembro Azul, várias outras representações surgiram para conscientização de doenças. Contudo, a grande maioria ainda não é tão falada pela mídia. Bom, esse é o momento de apresentá-lo ao Fevereiro Roxo. Quer saber mais a respeito dessa importante campanha? Então vamos lá.

O que o fevereiro roxo representa?

Criado em 2014, na cidade de Uberlândia (Minas Gerais), o Fevereiro Roxo é o mês de falar a respeito do Lúpus, da Fibromialgia e do Alzheimer. Trata-se de doenças que embora apresentem condições diferentes entre si, são graves, incuráveis e poderiam ser tratadas com mais facilidade se descobertas em um estágio inicial.

Se identificadas no início, as chances de controlar ou retardar os sintomas de maneira eficaz, certamente são maiores. Vale ressaltar que ambas as doenças possuem sinais inicias relativamente inofensivos. Portanto, o Fevereiro Roxo tem o intuito de incentivar o diagnóstico precoce a partir do lema: “se não houver cura, que ao menos haja conforto”.

Em que consiste o Lúpus?

Talvez você já tenha ouvido falar sobre o Lúpus, que foi um assunto recorrente nos meios de comunicação quando duas artistas internacionais (Lady Gaga e Selena Gomez) revelaram sofrer com a doença. Inclusive, a primeira mostrou alguns aspectos do Lúpus em seu documentário “Five Foot Two”.

O Lúpus é autoimune, porém, pouco se sabe sua origem, mas ela pode causar dores extremamente fortes à vítima. O que faz com que o tratamento adequado para esse tipo de doença seja indispensável para amenizar o sofrimento e aumentar a qualidade de vida.

Já o Lúpus Discóide é um pouco menos devastador, visto que afeta somente a pele. Essa versão causa vermelhidões em locais como a nuca, o rosto e o couro cabeludo.

O que é Fibromialgia?

A Fibromialgia é uma síndrome geralmente originada de fatores genéticos. Seus portadores são em maioria mulheres entre 30 e 60 anos de idade, mas não anula a chance desse inconveniente surgir durante a infância ou adolescência. Além disso, entre seus principais sintomas estão: dores no corpo, formigamento nos pés e nas mãos, fadiga, problemas com o sono e dificuldades cognitivas como perda de memória, por exemplo.

Infelizmente, a fibromialgia é caracterizada por causar cores constantes e que duram cerca de três meses a cada vez que resolve se manifestar. Por fim, é importante destacar que em casos extremos, a fibromialgia pode levar a quadros de depressão.

Quais os principais sintomas do Alzheimer?

Quem tem um familiar idoso deve ficar atento aos sintomas do Alzheimer, pois como todos sabem, ele está ligado à idade avançada e pode aparecer a qualquer momento, gerando problemas na fala e na memória. A pessoa com Alzheimer consegue se lembrar de fatos que aconteceram há muitos anos, mas esquece de coisas que acabaram de acontecer, misturando fatos do passado com o presente.

É muito triste, pois podem perder a consciência de quem é seus filhos, netos, entre outras pessoas próximas. Dessa forma, a capacidade de convívio social e aprendizado ficam seriamente afetados. Podemos associar o paciente como um bebê, que depende de ajuda para realizar as tarefas do dia-a-dia.

Mesmo que o Alzheimer não tenha cura, se identificado logo no início, algumas medidas podem ser tomadas para retardar efeitos mais graves. Por exemplo: tratamentos terapêuticos e medicamentos controlados.

Gostou de saber sobre o Fevereiro Roxo? Fique ligado no próximo post da Belém Saúde, onde falaremos sobre o Fevereiro Laranja – conscientização do tipo mais comum de câncer: a leucemia. Um recado muito importante que gostaríamos de dar a você leitor é: entender as questões relacionadas a doenças que não tem cura é tão importante para a sua saúde, quanto para conscientizar quem você conhece. Ninguém está imune a passar por esses obstáculos, amanhã pode ser você ou alguém bem próximo. E que estejamos juntos para vencer essa batalha!

nova mudança nos exames demissionais

Nova mudança no exame demissional: tudo que você precisa saber

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O exame demissional é um dos mais importantes e realizados dentro da medicina do trabalho. Dessa forma, é importante que tanto os contratantes, quanto os colaboradores, fiquem por dentro das últimas atualizações sobre o assunto, não é mesmo?

A nova mudança ainda não foi tão divulgada nos veículos de comunicação e por essa razão, ainda existe uma série de pessoas que não estão sabendo do ocorrido. Sendo assim, a Belém Saúde fez questão de vir até aqui trazer essas informações para você.

Continue lendo esse artigo e aproveite para saber mais sobre como funciona o exame demissional.

Afinal, qual o propósito do exame demissional e qual o valor?

Segundo o artigo 168 da CLT, a lei determina que seja responsabilidade da empresa que deseja demitir o funcionário solicitar o exame demissional e arcar com os custos. Seu objetivo é avaliar se a pessoa em específico não adquiriu nenhum problema devido às condições de trabalho. É importante destacar também que mesmo que o funcionário peça demissão, os gastos com o exame ainda é responsabilidade do empregador.

O exame demissional é obrigatório para qualquer pessoa que atue em regime CLT, porém, em situações onde a demissão é por justa causa, ele se torna opcional. Realizado pelo profissional especialista na medicina do trabalho, o médico emitirá o ASO (Atestado de Saúde Ocupacional) detalhado com os dados do paciente, seu estado de saúde e o cargo que ocupa na empresa.

Desse modo, os resultados determinarão se ela está apta para ser desligada do local. Além disso, vale ressaltar que o exame demissional beneficia não só o demitido, mas também a empresa, que ao ter uma cópia do ASO, terá como se defender em complicações futuras, como, por exemplo, processos trabalhistas.

Nova mudança no exame demissional

Antes o exame devia ser feito até a data da homologação da rescisão contratual, desde que a última avaliação ocupacional tenha sido há mais de 135 dias, para empresas que o grau de risco é considerado de 1 a 2, 90 dias e de nível de risco 3 a 4. De acordo com a Portaria MTB N° 1.031 de 06/12/2018, agora o exame demissional pode ser realizado até 10 dias do término do contrato, podendo haver penalidades para quem não cumprir com a lei.

Quais são as penalidades para empresa que não se adequar a lei?

As empresas que não respeitam a lei do exame demissional são multadas e podem ter sérios problemas com ex-funcionários na justiça. Caso essa pessoa tenha adquirido uma doença dentro do ambiente de trabalho que diminuiu sua capacidade de trabalhar parcial ou totalmente, ela deve ser indenizada.

Agora que você já está por dentro da nova mudança do exame demissional, compartilhe essa utilidade pública com os amigos. Aproveite e veja por que a medicina do trabalho é essencial para proteger seu patrimônio Medicina do trabalho: por que ela é fundamental para sua empresa?