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Fevereiro laranja: o mês de combate à leucemia

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Em nosso artigo anterior falamos a respeito do Fevereiro Roxo e seus objetivos. Mas você sabia que a cor laranja também é destaque ao trazer a campanha de combate à leucemia? Para saber mais sobre essa conscientização continue lendo o texto a seguir:

Aspectos da leucemia

A leucemia é um tipo de câncer maligno que tem origem na medula óssea (onde as células de sangue são formadas). Logo, os glóbulos brancos (também chamados de leucócitos) são afetados e descontroladamente passam a se reproduzir, dando início aos primeiros sinais da doença.

Os sintomas se manifestam de formas variadas. A produção de glóbulos brancos, glóbulos vermelhos e plaquetas prejudicadas podem refletir em uma série de malefícios. Entre os mais comuns estão:

  • Anemia;
  • Dor nas articulações e ossos;
  • Sono em excesso;
  • Palidez;
  • Fadiga;
  • Sangramentos no nariz e na gengiva;
  • Pontos vermelhos ou manchas roxas na pele
  • Perda de peso sem explicação;
  • Febre e suor durante a noite;
  • Desconforto abdominal;
  • Inchaços

Ao desconfiar que possa estar com leucemia, a pessoa deve passar por uma avaliação médica onde será realizada a coleta de medula óssea para exames específicos. Caso o resultado seja positivo, o profissional irá indicar o tratamento adequado que inclui quimioterapia, medicação para controlar as infecções, amenizar as hemorragias e em algumas situações o transplante de medula óssea. Vale destacar que o processo precisa ser começado imediatamente após a descoberta.

Sendo assim, a campanha Fevereiro Laranja tem como objetivo não só alertar sobre a prevenção da leucemia, mas também abordar a importância da doação de medula óssea, já que o tratamento pode incluir o transplante.

Tipos de leucemia

  • Leucemia linfoide crônica: prejudica as células linfoides e se desenvolve lentamente. Raramente afeta crianças. A maioria das vítimas possui mais de 55 anos;
  • Leucemia mieloide crônica: Se desenvolve vagorosamente em seu estágio inicial, afetando principalmente os adultos;
  • Leucemia linfoide aguda: afeta as linfoides, mas diferente da crônica, agrava-se rapidamente. Comum em adultos e crianças pequenas;
  • Leucemia mieloide aguda: Tanto adultos quanto crianças são afetadas. Desenrola-se com agilidade.

Como ser um doador e qual o procedimento do transplante?

Infelizmente, são poucos os necessitados que conseguem encontrar um doador compatível. Contudo, dados mostram que no Brasil, por exemplo, há mais de 3 milhões de pessoas cadastradas no Redome (Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea).

Para ser um doador é preciso se encaixar em alguns requisitos a começar pela idade. Para realizar o cadastro o indivíduo deve ter entre 18 e 55 anos (podendo ser chamado até os 60), além de não poder ter nenhuma doença infecciosa ou específica do sangue.

A pessoa que deseja ser um doador deve comparecer ao hemocentro de sua cidade e fazer o cadastro com dados pessoais e a coleta de sangue para os testes genéticos. É importante lembrar que para ser encontrado, esse cadastro tem que se manter atualizado, pois o voluntário pode ser chamado em 5, 10 ou 15 anos.

Uma vez que a saúde do doador é comprovada, ele é internado e pode passar por dois procedimentos: por pulsão ou aférese. O primeiro a retirada é feita através do osso da bacia com uma agulha. Enquanto o segundo acontece por meio de medicação, onde as células sadias se proliferam e a doação é realizada normalmente como uma doação de sangue.

A doação de medula óssea é um gesto de amor à todas as vidas que estão esperando pela oportunidade de um transplante. Seja um salvador de vidas, seja um doador.

conheça o fevereiro roxo

Fevereiro roxo: entenda sobre essa conscientização

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No artigo anterior falamos a respeito do Janeiro Branco, onde muitas pessoas ficaram surpresas ao saber que além do Outubro Rosa e o Novembro Azul, várias outras representações surgiram para conscientização de doenças. Contudo, a grande maioria ainda não é tão falada pela mídia. Bom, esse é o momento de apresentá-lo ao Fevereiro Roxo. Quer saber mais a respeito dessa importante campanha? Então vamos lá.

O que o fevereiro roxo representa?

Criado em 2014, na cidade de Uberlândia (Minas Gerais), o Fevereiro Roxo é o mês de falar a respeito do Lúpus, da Fibromialgia e do Alzheimer. Trata-se de doenças que embora apresentem condições diferentes entre si, são graves, incuráveis e poderiam ser tratadas com mais facilidade se descobertas em um estágio inicial.

Se identificadas no início, as chances de controlar ou retardar os sintomas de maneira eficaz, certamente são maiores. Vale ressaltar que ambas as doenças possuem sinais inicias relativamente inofensivos. Portanto, o Fevereiro Roxo tem o intuito de incentivar o diagnóstico precoce a partir do lema: “se não houver cura, que ao menos haja conforto”.

Em que consiste o Lúpus?

Talvez você já tenha ouvido falar sobre o Lúpus, que foi um assunto recorrente nos meios de comunicação quando duas artistas internacionais (Lady Gaga e Selena Gomez) revelaram sofrer com a doença. Inclusive, a primeira mostrou alguns aspectos do Lúpus em seu documentário “Five Foot Two”.

O Lúpus é autoimune, porém, pouco se sabe sua origem, mas ela pode causar dores extremamente fortes à vítima. O que faz com que o tratamento adequado para esse tipo de doença seja indispensável para amenizar o sofrimento e aumentar a qualidade de vida.

Já o Lúpus Discóide é um pouco menos devastador, visto que afeta somente a pele. Essa versão causa vermelhidões em locais como a nuca, o rosto e o couro cabeludo.

O que é Fibromialgia?

A Fibromialgia é uma síndrome geralmente originada de fatores genéticos. Seus portadores são em maioria mulheres entre 30 e 60 anos de idade, mas não anula a chance desse inconveniente surgir durante a infância ou adolescência. Além disso, entre seus principais sintomas estão: dores no corpo, formigamento nos pés e nas mãos, fadiga, problemas com o sono e dificuldades cognitivas como perda de memória, por exemplo.

Infelizmente, a fibromialgia é caracterizada por causar cores constantes e que duram cerca de três meses a cada vez que resolve se manifestar. Por fim, é importante destacar que em casos extremos, a fibromialgia pode levar a quadros de depressão.

Quais os principais sintomas do Alzheimer?

Quem tem um familiar idoso deve ficar atento aos sintomas do Alzheimer, pois como todos sabem, ele está ligado à idade avançada e pode aparecer a qualquer momento, gerando problemas na fala e na memória. A pessoa com Alzheimer consegue se lembrar de fatos que aconteceram há muitos anos, mas esquece de coisas que acabaram de acontecer, misturando fatos do passado com o presente.

É muito triste, pois podem perder a consciência de quem é seus filhos, netos, entre outras pessoas próximas. Dessa forma, a capacidade de convívio social e aprendizado ficam seriamente afetados. Podemos associar o paciente como um bebê, que depende de ajuda para realizar as tarefas do dia-a-dia.

Mesmo que o Alzheimer não tenha cura, se identificado logo no início, algumas medidas podem ser tomadas para retardar efeitos mais graves. Por exemplo: tratamentos terapêuticos e medicamentos controlados.

Gostou de saber sobre o Fevereiro Roxo? Fique ligado no próximo post da Belém Saúde, onde falaremos sobre o Fevereiro Laranja – conscientização do tipo mais comum de câncer: a leucemia. Um recado muito importante que gostaríamos de dar a você leitor é: entender as questões relacionadas a doenças que não tem cura é tão importante para a sua saúde, quanto para conscientizar quem você conhece. Ninguém está imune a passar por esses obstáculos, amanhã pode ser você ou alguém bem próximo. E que estejamos juntos para vencer essa batalha!

o que é janeiro branco

Entenda o que é a Campanha Janeiro Branco e seus objetivos

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Hoje viemos falar sobre um assunto que é muito importante, mas que nem todos possuem conhecimento: a Campanha Janeiro Branco. Assim como a Campanha Outubro Rosa, ela tem um grande significado. E você, já ouviu falar? Não? Então continue lendo o texto a seguir:

Saiba mais sobre a Campanha Janeiro Branco

A Campanha Janeiro Branco surgiu em 2013, fruto de uma ideia que psicólogos de Uberlândia (Minas Gerais), tiveram ao se inspirar na Campanha Outubro Rosa. Contudo, a Janeiro Branco tem objetivos diferentes e seu foco está voltado para o bem-estar emocional. Mas por que janeiro? Bom, segundo os médicos, se trata de um mês de renovação, onde as pessoas automaticamente ficam mais reflexivas e fazem uma avaliação da própria vida.

Segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde (OMS), as taxas de suicídio ocorrido mundialmente por sintomas de ansiedade e depressão não param de crescer. Sendo assim, o propósito era fazer com que todos começassem a dar atenção a Saúde Mental, como priorizar o equilíbrio emocional, a qualidade de seus relacionamentos e se questionarem: “eu realmente sou feliz assim?”, sempre procurando maneiras de manter a mente saudável.

Os criadores da causa entendem que se deparar com questões de ordem psicológica-existencial é uma forma de incentivar, conscientizar e precaver não só aqueles que são atingidos diretamente ou indiretamente, mas também as autoridades públicas, ou seja, a sociedade no geral.

Como foi o início do Janeiro Branco?

Ela foi colocada em prática a partir de Janeiro de 2014. As primeiras edições contaram com participação de profissionais e estudantes de psicologia de distintas regiões do Brasil que souberam do evento por meio da internet. O modo de abordar a temática foi diverso. Roda de conversa, dinâmica em grupo, palestras inesperadas em locais populares, entre eles: hospitais, escolas e universidades, restaurantes, pontos de ônibus, shoppings, igrejas, bancos, praças, etc.

Por que promover a Saúde Mental?

Durante os acontecimentos, além de publicar nas redes sociais, os integrantes do Janeiro Branco deram entrevistas aos demais veículos de comunicação, expandindo o tema através de jornais impressos, rádios e canais de televisão. Contribuir, decisivamente, para a construção, o fortalecimento e a disseminação de uma “cultura da Saúde Mental”, favorece, estimula e garante a elaboração efetiva de políticas públicas em benefício dos indivíduos e das instituições.

Portanto, o Janeiro Branco é uma medida preventiva que busca auxiliar a recuperação de pessoas antes que elas adoeçam e pensem em se suicidar. Planejar ações estratégicas e orientar é o ponto principal do Janeiro Branco. Que tal abraçar a causa e ajudar a todos que precisam? Basta compartilhar esse artigo em suas redes sociais.

Alguém próximo a você pode estar precisando de um conselho, uma demonstração de afeto ou até mesmo uma palavra de apoio. Lembre-se que doenças como depressão e ansiedade podem estar presentes em qualquer lugar e tornar qualquer um refém, devastando as pessoas aos poucos e as destruindo por dentro. Infelizmente, muitas vezes nem suspeitamos que aquele amigo ou familiar próximo possa estar passando por isso, a pessoa pode distribuir sorrisos, mas estar interiormente adoecida.

A Belém Saúde tem a preocupação de dizer que se você está passando pelo que foi citado acima, não deixe de procurar ajuda médica. Nenhum problema é grande demais que não possa ser resolvido. Estamos aqui para ajudá-lo e mostrar que a vida vale a pena, desistir de viver nunca deve ser considerado uma opção.

Aproveite e leia também: Medicina do trabalho: por que ela é fundamental para sua empresa?

nova mudança nos exames demissionais

Nova mudança no exame demissional: tudo que você precisa saber

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O exame demissional é um dos mais importantes e realizados dentro da medicina do trabalho. Dessa forma, é importante que tanto os contratantes, quanto os colaboradores, fiquem por dentro das últimas atualizações sobre o assunto, não é mesmo?

A nova mudança ainda não foi tão divulgada nos veículos de comunicação e por essa razão, ainda existe uma série de pessoas que não estão sabendo do ocorrido. Sendo assim, a Belém Saúde fez questão de vir até aqui trazer essas informações para você.

Continue lendo esse artigo e aproveite para saber mais sobre como funciona o exame demissional.

Afinal, qual o propósito do exame demissional e qual o valor?

Segundo o artigo 168 da CLT, a lei determina que seja responsabilidade da empresa que deseja demitir o funcionário solicitar o exame demissional e arcar com os custos. Seu objetivo é avaliar se a pessoa em específico não adquiriu nenhum problema devido às condições de trabalho. É importante destacar também que mesmo que o funcionário peça demissão, os gastos com o exame ainda é responsabilidade do empregador.

O exame demissional é obrigatório para qualquer pessoa que atue em regime CLT, porém, em situações onde a demissão é por justa causa, ele se torna opcional. Realizado pelo profissional especialista na medicina do trabalho, o médico emitirá o ASO (Atestado de Saúde Ocupacional) detalhado com os dados do paciente, seu estado de saúde e o cargo que ocupa na empresa.

Desse modo, os resultados determinarão se ela está apta para ser desligada do local. Além disso, vale ressaltar que o exame demissional beneficia não só o demitido, mas também a empresa, que ao ter uma cópia do ASO, terá como se defender em complicações futuras, como, por exemplo, processos trabalhistas.

Nova mudança no exame demissional

Antes o exame devia ser feito até a data da homologação da rescisão contratual, desde que a última avaliação ocupacional tenha sido há mais de 135 dias, para empresas que o grau de risco é considerado de 1 a 2, 90 dias e de nível de risco 3 a 4. De acordo com a Portaria MTB N° 1.031 de 06/12/2018, agora o exame demissional pode ser realizado até 10 dias do término do contrato, podendo haver penalidades para quem não cumprir com a lei.

Quais são as penalidades para empresa que não se adequar a lei?

As empresas que não respeitam a lei do exame demissional são multadas e podem ter sérios problemas com ex-funcionários na justiça. Caso essa pessoa tenha adquirido uma doença dentro do ambiente de trabalho que diminuiu sua capacidade de trabalhar parcial ou totalmente, ela deve ser indenizada.

Agora que você já está por dentro da nova mudança do exame demissional, compartilhe essa utilidade pública com os amigos. Aproveite e veja por que a medicina do trabalho é essencial para proteger seu patrimônio Medicina do trabalho: por que ela é fundamental para sua empresa?

 

 

 

 

 

 

CIPA função

O que você sabe sobre CIPA? Conheça a importância da NR5

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Você certamente já se deparou com termo “CIPA”, mas você o que realmente significa essa sigla e qual sua importância para empresas públicas e privadas? Não? Então leia o artigo que a Belém Saúde preparou especialmente para você.

Afinal, o que é CIPA e qual seu objetivo?

A CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) é regulamentada pela norma regulamentadora NR5, aprovada pela Portaria nº 3.214, em 8 de junho de 1978 e mais tarde atualizada pela Portaria SIT n° 247, em 12 de julho de 2011 do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Essa comissão foi constituída por representantes dos empregados e empregadores com o propósito de garantir a segurança e saúde dos trabalhadores, ou seja, atuar como uma medida preventiva para preservar a vida, evitando doenças e acidentes ocorridos no ambiente de trabalho, assim como diz o item 5.1 da norma regulamentadora nº 05. Contudo, vale ressaltar que para que a CIPA seja eficiente, dependerá da colaboração e comprometimento dos envolvidos.

Toda empresa é obrigada a estar de acordo com a CIPA?

De acordo com o item 5.2, a comissão é obrigatória para todas as empresas: privadas, públicas, órgãos da administração direta e indireta, sociedade de economia mista, instituições beneficentes, associações recreativas, cooperativas, entre outras que admitam trabalhadores através da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Além disso, o item 5.6.4 explica o que deve ser feito caso o local não corresponda às regras estabelecidas.

5.6.4 “Quando o estabelecimento não se enquadrar no Quadro I, a empresa designará um responsável pelo cumprimento dos objetivos desta NR, podendo ser adotados mecanismos de participação dos empregados, através de negociação coletiva”.

Como funciona o treinamento CIPA?

Primeiramente, é importante dizer que o treinamento deve ser feito anualmente pelos representantes titulares e suplentes, podendo haver reeleição. Conforme a NR5, a empresa deve colocar o treinamento em prática antes da posse, ou no caso do primeiro mandato, por exemplo, o prazo máximo é de 30 dias, contados a partir da data de posse. Ainda de acordo com a NR5, o treinamento deve seguir no mínimo os seguintes passos:

  • Estudo do ambiente, das condições de trabalho, bem como dos riscos originados do processo produtivo;
  • Metodologia de investigação e análise de acidentes e doenças do trabalho;
  • Noções sobre acidentes e doenças do trabalho decorrentes de exposição aos riscos existentes na empresa;
  • Noções sobre a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida – AIDS, e medidas de prevenção;
  • Noções sobre as legislações trabalhistas e previdenciária relativas à segurança e saúde no trabalho;
  • Princípios gerais de higiene do trabalho e de medidas de controle dos riscos;
  • Organização da CIPA e outros assuntos necessários ao exercício das atribuições da Comissão.

Qual a importância da CIPA nas empresas?

Além de complementar com outros programas relacionados à saúde, como o PCMSO e PPRA, a CIPA é responsável por garantir o bem-estar dos envolvidos, uma vez que busca proporcionar um ambiente de trabalho seguro. Sendo assim, não só o colaborador, mas também o empregador será beneficiado, pois ter um funcionário saudável e motivado resulta em maior produtividade para a empresa, reduz o número de acidentes e doenças ocupacionais e consequentemente diminui custos, já que o contratante não terá que arcar com colaboradores afastados ou possíveis processos na justiça.

Agora que você já sabe um pouco mais a respeito da CIPA e sua importância, não deixe de falar com a Belém Saúde quando precisar de um lugar especializado e com excelentes profissionais para realiza-la em sua empresa.

Aproveite e leia também: Medicina do trabalho: por que ela é fundamental para sua empresa?

medicina do trabalho para minha empresa

Medicina do trabalho: por que ela é fundamental para sua empresa?

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A medicina do trabalho é essencial para qualquer empresa, independente do porte ou segmento, pois é uma grande aliada de gestores que priorizam a própria segurança e a de terceiros. Pode ser que ao ouvir esse termo, algumas dúvidas venham à tona.

Embora por um lado, inúmeras empresas já enxerguem a medicina do trabalho como parceira, muitos ainda não dão a devida atenção para esse assunto. Pensando nisso, criamos esse artigo para conscientizar os empreendedores sobre os motivos para aderir ao serviço.

Quer saber mais a respeito do assunto? Não se preocupe, continue com a gente que te contaremos tudo. Aqui, separamos as principais questões abordadas pelo público.

A Medicina do Trabalho é obrigatória?

Antes de tudo, é importante destacar que a medicina do trabalho é obrigatória para qualquer pessoa que esteja registrada na carteira de trabalho, pois faz parte das normas regulamentadoras do Ministério do Trabalho e Emprego. É a NR que irá ditar o funcionamento da medicina do trabalho na sua empresa. Elas são muitas, mas variam de acordo com o segmento do local. Os exames médicos são obrigatórios e regulamentados pela Portaria nº 3214, desde 8 de junho de 1978.

Afinal, do que se trata a Medicina do Trabalho?

A medicina do trabalho é uma especialidade médica responsável por garantir a saúde e bem-estar dos colaboradores em suas atividades, garantindo melhor qualidade de vida, por meio de medidas preventivas para evitar doenças e acidentes no ambiente profissional.  Entre elas, doenças ocupacionais e o controle de riscos ambientais.

Quais são os exames realizados pela Medicina do Trabalho?

Os mais conhecidos são os admissionais (na contratação de um funcionário) e demissionais (no desligamento do funcionário da empresa). Os dois servem para analisar se houve alguma alteração na saúde do trabalhador durante o tempo que atuou no local.

O que acontece com quem descumprir a lei?

Vale ressaltar que as penas são sérias. A empresa que não cumprir com as normas regulamentadores será multada pelo Ministério do Trabalho, podendo encadear ações de indenização na Justiça do Trabalho ou até mesmo responder criminalmente por doenças ocupacionais, crime que leva à prisão. E não é só isso, em meio a esses danos, você corre o risco de ter o nome da sua empresa sujo e mal visto.

Quem realiza a Medicina do Trabalho?           

O médico do trabalho. O profissional especializado pode atuar em diversas áreas. Redes públicas, órgãos de normalização e fiscalização, previdência social, consultoria privada, pesquisas investigativas de campo relacionadas a saúde e trabalho, assessoria de sindicatos, na formação de profissionais, perito judicial e em empresas como empregado de serviços voltados à Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho.

O que é preciso para atuar no ramo?

Para provar que está apto para exercer essa função, o médico deve ter um certificado de residência médica reconhecido pela Comissão Nacional da Residência Médica do Ministério da Educação e que comprove ser experiente na área. Além disso, ele deve ter o mínimo de conhecimento das atividades realizadas pelos funcionários, para assim planejar ações efetivas.

Como saber se o médico do Trabalho é qualificado?

Um profissional qualificado se preocupa em atuar em procedimentos básicos como realizar avaliações clínicas e laboratoriais, solicitar exames exigidos pela legislação, reconhecer sintomas e fontes de exposição de cargos distintos, conhecer ferramentas e métodos para solucionar condutas adequadas de acordo com as necessidades individuais, realizar atendimento médico de urgência, saber diagnosticar doenças e indicar o melhor tratamento, alertar potenciais tóxicos, indicar meios de lidar com situações que podem colocar a vida do trabalhador em risco, extrair informações sobre mortalidade, morbidade, etc.

De quanto em quanto tempo os exames devem ser realizados?

Os exames periódicos podem ser realizados anualmente, semestralmente ou de dois em dois anos.

Anuais

Os que são feitos uma vez por ano visam avaliar pessoas com menos de 18 ou mais de 45 anos, checando a condição de saúde de funcionários com doenças crônicas e que estão expostos a fatores de risco, adquiriram alguma doença ocupacional no decorrer do tempo. Caso tenham adquirido, precisam passar constantemente por exames.

Semestrais

Os semestrais tem a finalidade de acompanhar o estado de saúde do trabalhador, por meio de monitoramentos biológicos.

Bienais

Exames bienais são voltados para os funcionários com facha etária entre 18 e 45 anos e que atuam em funções que não apresentam riscos. Por esse motivo, são realizados em um espaço maior de tempo.

Quais os benefícios da Medicina do Trabalho?

Ela oferece benefícios para ambas as partes. Uma vez que o empreendedor tem colaboradores saudáveis em sua empresa, consequentemente tem colaboradores mais produtivos. Além disso, não arcar com essa despesa pode ser muito mais custoso para a empresa, que terá grandes chances de ter um funcionário afastado por problemas de saúde ou até mesmo responder  na justiça por não ter dado o suporte adequado ao trabalhador.

Como encontrar uma empresa qualificada para contratar os serviços da Medicina do Trabalho?

O ideal é procurar sem precisar sair do conforto de sua casa. E que tal fazer uma rápida pesquisa a plataforma mais influente da rede? Isso mesmo, o Google. Encontre sites que ofereçam informações relevantes e conteúdos de qualidades aos usuários. Lembre-se de se certificar o tempo de experiência que a empresa especializada tem no ramo. Opte por empresas que tenham anos no mercado e que estejam destacadas em meio a concorrência. Normalmente, elas oferecem outros serviços como engenharia, segurança e higiene ocupacional, desenvolvendo soluções para qualquer exigência trabalhista e previdenciária. Para realizar uma Medicina do Trabalho de credibilidade, é preciso de uma equipe de profissionais capacitados e empenhados em corresponder as expectativas do consumidor.

Portanto, agora que você já sabe a importância da Medicina do Trabalho para sua empresa e como encontrar uma empresa especializada e qualificada para a função, não pense duas vezes antes de contratar o serviço. A Medicina do Trabalho além de precaver problemas legais, é um ótimo investimento para quem busca sucesso em seus negócios.

Aproveite e leia também: Exames ocupacionais: saiba por que eles são essenciais para empresas

 

 

 

 

empresa que faz exame ocupacional

Exames ocupacionais: saiba por que eles são essenciais para empresas

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Antes de mais nada, vale começar dizendo que os exames ocupacionais são obrigatórios por lei. Dessa maneira, cumprir as exigências das normas regulamentadoras do trabalho é um dever de todas as empresas, que precisam atender diferentes especificações de acordo com seu segmento. Caso contrário, podem ocorrer punições como multas e processos.

Contudo, embora seja uma obrigação, as Normas Regulamentadoras buscam trazer benefícios tanto para os empregadores, quanto para os colaboradores. Entendeu por que a qualidade de vida dos funcionários é um dos fatores fundamentais para garantir sucesso ao seu negócio? Quer saber mais sobre os exames ocupacionais e por que eles são essenciais para sua empresa? Leia o artigo a seguir:

Primeiramente, as Normas Regulamentadores (NR) são obrigatórias para todos?

De acordo com o Ministério do Trabalho, as Normas Regulamentadores relativas à segurança e saúde do trabalho devem ser aderidas por todas as empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Judiciário e Legislativo que faça a contratação de funcionários por meio da Consolidação das Leis do Trabalho.

O que são doenças ocupacionais?

As doenças ocupacionais nada mais são do que problemas de saúde adquiridos dentro do ambiente de trabalho.

O que é exame ocupacional?

Os exames ocupacionais fazem parte integrante do PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional). Trata-se de um procedimento legal estabelecido pelo regime CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas) no Brasil e corresponde a Norma Regulamentadora 7, que visa proteger a Saúde Ocupacional dos trabalhadores.

Portanto, os exames ocupacionais são ações preventivas com objetivo de manter o bem-estar e garantir proteção a integridade de todos os funcionários que atuam dentro de uma empresa.

Quais são os tipos de exames ocupacionais?

A lista é grande, porém alguns são necessários independente da área de atuação, seja em empresas de pequeno, médio e grande porte. Veja quais são:

Exame Admissional

O exame admissional é um dos principais, pois é feito antes do funcionário ser contratado efetivamente. Com ele, é possível analisar o estado de saúde em que o paciente se encontra antes de começar a atuar dentro da empresa. E por que ele é tão importante? Pois caso algum dia esse funcionário tenha más intenções e coloque-o na justiça alegando ter acarretado alguma doença através das condições de trabalho, você terá um relatório detalhado mostrando que antes de contrata-lo, ele já havia sido diagnosticado com o problema.

Exame Demissional

Ao contrário do exame admissional, o exame demissional é feito após  o colaborador se desligar da empresa, seja por ter sido demitido ou por se demitir. A avaliação identifica se houve o desenvolvimento de alguma doença durante o período em que o funcionário prestou serviços à empresa.

Exames para Mudança de Função

Essa exigência é importante, pois dependendo da função para qual o empregado estiver avançando, é preciso checar se ele possui os requisitos necessários para realizar funções pertinentes ao novo cargo.

Exame de Retorno ao Trabalho

O exame de retorno ao trabalho deve ser realizado quando funcionários passam mais de 30 dias afastados da empresa, com exceção da época de férias. Esse exame se aplica a afastamento por doenças, gravidez ou até mesmo acidentes.

Exames Periódicos

Com a finalidade de acompanhar a vida saudável dos funcionários, os exames são feitos regularmente no seu tempo dentro da empresa.

Quem minha empresa deve contratar para cuidar dos exames ocupacionais?

Para auxiliar sua empresa a ficar em dia com as Normas Regulamentadoras, a melhor forma é contratar uma empresa especializada na Medicina do Trabalho, engenharia, segurança e higiene ocupacional. Escolha uma empresa com vasta experiência na área, bem como clientes de diversos portes e segmentos, pois assim, estarão prontos para solucionar qualquer eventual problema de acordo com as necessidades de cada contratante. Desse modo, você se certifica de profissionais capacitados e qualificados para realizar exames ocupacionais completos e de alto padrão. O médico técnico apontará os métodos certos para melhorar a qualidade de vida no local de trabalho.

Como funciona o processo de avaliação de um técnico especializado em segurança do trabalho?

Primeiro, ele analisa o ambiente de trabalho e identifica falhas que podem vir a resultar em problemas futuros. Em seguida, ele elabora um planejamento de ações efetivas para evitar eventuais problemas que possam gerar penalidades previstas na legislação pertinente. Ou seja, o processo de avaliação do técnico especializado em segurança do trabalho é crucial para evitar dores de cabeça ao empreendedor. Entre as tarefas do profissional, também está englobado:

– Maneiras de neutralizar ou eliminar os riscos existentes dentro da empresa, como exemplo podemos citar agentes ambientais agressivos;

– Executar procedimentos de higiene e segurança ;

– Fazer o planejamento de programas de prevenção de doenças ocupacionais e acidentes de trabalho.

Aproveite e leia também: Obrigações trabalhistas: conheça algumas das mais importantes

Obrigações trabalhistas : conheça algumas dos mais importantes

Obrigações trabalhistas: conheça algumas das mais importantes

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Obrigações trabalhistas: conheça algumas das mais importantes

Através deste artigo, saiba como as obrigações trabalhistas são importantes para as empresas 

Toda e qualquer empresa, independentemente da área em que atua, porte, número de funcionários etc. precisa lidar com algumas obrigatoriedade previstas na lei.

Quando falamos do Ministério do Trabalho e Emprego, os empregadores precisam estar atentos às Normas Regulamentadoras (NR’s), que são as responsáveis por cuidar da saúde dos colaboradores, assim como proteger as empresas de eventuais problemas, como processos jurídicos e colaboradores afastados.

Dentro das Normas Regulamentadoras, as empresas devem emitir alguns laudos obrigatórios, assim como seguir obrigações trabalhistas.

O que é laudo e obrigações trabalhistas?

Os laudos trabalhistas são documentos que as empresas precisam emitir para que elas estejam de acordo com a lei. O intuito desses laudos varia: alguns têm como foco atestar boas condições de trabalho, outros, porém, garantir a boa condição física dos colaboradores.

Obrigações trabalhistas: conheça algumas das mais importantes

O importante é que esses laudos são obrigatórios e as empresas que não os realizarem estão sujeitas à multa prevista em lei, que na maioria das vezes é extremamente salgada.

Já as obrigações trabalhistas são alguns deveres que as empresas devem seguir, que não necessariamente são laudos, como a elaboração de programas voltadas à saúde e bem-estar dos colaboradores, por exemplo.

Conheça alguns dos principais laudos e obrigações trabalhistas

Existem laudos e obrigações específicos para empresas que atuam em determinado segmento. Entretanto, existem também os deveres que são obrigatórios para rigorosamente todas as empresas.

Então, confira alguns dos laudos trabalhistas e obrigações que sua empresa deve respeitar, de modo a se adequar às exigências do Ministério do Trabalho e Emprego.

1) LTCAT

O LTCAT (Laudo Técnico de Condições do Ambiente de Trabalho) é um documento extremamente importante, já que seu objetivo é avaliar condições ambientais de trabalho do colaborador durante o período de prestação de serviço.

Além disso, o LTCAT é um documento essencial para dizer se o colaborador tem direito ou não à aposentadoria especial, junto a Previdência Social.

Uma vez feito o LTCAT, o colaborador o utilizará como meio para requerer a aposentadoria especial junto ao INSS.

O Artigo 58 da Lei 8.213/91 nos mostra que:

“Art. 58. A relação dos agentes nocivos químicos, físicos e biológicos ou associação de agentes prejudiciais à saúde ou à integridade física considerados para fins de concessão da aposentadoria especial de que trata o artigo anterior será definida pelo Poder Executivo.

Para saber tudo sobre o LTCAT, clique aqui e veja nosso artigo.

2) PCMSO  (NR-7)

O PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional) é um programa que requer a emissão de mais de um laudo trabalhista.

Obrigações trabalhistas: conheça algumas das mais importantesA NR-7, que é quem institui o PCMSO, afirma que se trata de um programa com o objetivo de promover e preservar a saúde do conjunto dos trabalhadores.

Quanto ao desenvolvimento do PCMSO, as empresas são obrigadas a realizar cinco exames obrigatórios:

  1. a) admissional;
  2. b) periódico;
  3. c) de retorno ao trabalho;
  4. d) de mudança de função;
  5. e) demissional.

Portanto, o PCMSO nada mais é que uma obrigatoriedade para os empregadores e empregados, cujo objetivo é criar um ambiente de trabalho mais saudável e seguro para todos, desde o momento da contratação, até o momento do desligamento.

3) PPRA  NR-9

O PPRA, ou Programa de Prevenção dos Riscos Ambientais, faz parte de um conjunto de iniciativas das empresas no campo de preservação da saúde e integridade do colaborador devendo ser articulado junto ao PCMSO.

De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego, o objetivo do PPRA  é cuidar do ambiente de trabalho, visando à preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores, através da antecipação, reconhecimento, avaliação e consequente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente de trabalho, tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais.

É importante lembrar que o PPRA considera riscos ambientais os agentes físicos, químicos e biológicos existentes nos ambientes de trabalho que, em função de sua natureza, concentração ou intensidade e tempo de exposição, são capazes de causar danos à saúde do trabalhador.

O que deve conter no PPRA?

De acordo com a Norma Regulamentadora, o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais deverá conter, no mínimo, a seguinte estrutura:

  • Planejamento anual com estabelecimento de metas, prioridades e cronograma;
  • Estratégia e metodologia de ação;
  • Forma do registro, manutenção e divulgação dos dados;
  • Periodicidade e forma de avaliação do desenvolvimento do PPRA.

Além da estrutura, a execução do PPRA deve seguir seis etapas primordiais:

  • Antecipação e reconhecimentos dos riscos;
  • Estabelecimento de prioridades e metas de avaliação e controle;
  • Avaliação dos riscos e da exposição dos trabalhadores;
  • Implantação de medidas de controle e avaliação de sua eficácia;
  • Monitoramento da exposição aos riscos;
  • Registro e divulgação dos dados.

4) PPP (Perfil Profissiográfico Previdenciário)

Obrigações trabalhistas: conheça algumas das mais importantes

O PPP nada mais é que um documento histórico-laboral do trabalhador reunindo dados administrativos, registros ambientais, e resultados de monitoração biológica, durante todo o tempo em que o colaborador exerceu suas atividades.

Vale ressaltar que o PPP é parte integrante de outros documentos e programas, como LTCAT, PPRA e PCMSO, já que as informações contidas nesses documentos são utilizadas também na elaboração do PPP.

Deve-se solicitar o PPP nas seguintes situações:

  • Por ocasião da rescisão do contrato de trabalho, em duas vias, fornecendo uma das vias ao trabalhador, mediante recibo;
  • Para fins de requerimento de reconhecimento de períodos laborados em condições especiais;
  • Para fins de análise de benefícios por incapacidade, a partir de 1/1/2004, quando solicitado pelo INSS;
  • Para simples conferência por parte do trabalhador, pelo menos uma vez ao ano, quando da avaliação global anual do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA);
  • Quando solicitado pelas autoridades competentes.

Aproveite e leia nosso artigo sobre o Perfil Profissiográfico Previdenciário.

Como emitir todos esses laudos trabalhistas?

A melhor e mais viável opção, caso sua empresa não tenha uma equipe de SESMT, é contar com o auxílio de uma empresa especializada em medicina e segurança do trabalho.

Somente com o suporte profissional de um técnico qualificado as empresas terão mais segurança ao emitir quaisquer laudos trabalhistas.

Obrigações trabalhistas : conheça algumas dos mais importantes

Qualidade de vida para empresas: saiba como manter o ambiente de trabalho saudável

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Qualidade de vida para empresas: saiba como manter o ambiente de trabalho saudável

Conheça mais sobre a importância de investir em qualidade de vida para empresas

Empresas do mundo todo, de todos os portes e segmentos, enfim entraram em um consenso: investir em programas de qualidade de vida para empresas é primordial para o sucesso profissional.

Mas qual a relação entre qualidade de vida para empresas e sucesso profissional?

Existe uma relação intrínseca entre qualidade de vida no trabalho e o sucesso no ramo empresarial.

Vários fatores comprovam que um negócio com uma gestão voltada ao bem-estar dos colaboradores tende a crescer mais. Dentre os principais, destacam-se a produtividade e a saúde.

1) Produtividade e a qualidade de vida para empresas

A produtividade no trabalho está correlacionada com a qualidade de vida nas empresas.

Qualidade de vida para empresas: Saiba como manter o ambiente de trabalho saudável

Um negócio que possui um ambiente agradável, saudável e menos “tóxico” oferece condições para que os colaboradores possam render mais e melhor.

Afinal, os brasileiros trabalham, em média, 8 horas por dia, de forma a cumprir uma carga horária de 44 horas semanais.

Partindo do princípio que os colaboradores passam a maior parte do tempo no trabalho, em detrimento do lazer, da diversão, torna-se natural valorizar o tempo de trabalho, investindo em qualidade de vida.

Isto é, a ideia é tornar o período de prestação de serviço em algo com menor desgaste físico e mental, transformando a jornada de trabalho menos laboral e mais passional.

Grosso modo, empresas com qualidade de vida de vida montam equipes com altos índices de produtividade. Isso acontece porque os colaboradores não mais enxergam o trabalho como um vilão; mas, sim, como uma oportunidade de crescer profissionalmente, de socializar e de estimular suas habilidades.

Não há mais, portanto, uma associação orgânica entre trabalho e algo ruim.

Com isso, naturalmente a equipe tende a render mais e em melhor qualidade.

Não confunda horas trabalhadas com desempenho

Um erro entre muitos empregadores é pensar que os colaboradores devem trabalhar mais e mais. Saiba que isso é uma metodologia arcaica e ultrapassada, já que os funcionários estão longe de ser peças e ferramentas para ganhos próprios.

Empresas com esse pensamento criam equipes com baixo desempenho, não à toa precisam trabalhar mais horas para que haja algum retorno.

Saiba que muitas horas de trabalho não significam desempenho. Muito pelo contrário.

A equipe de colaboradores tende a se estressar mais, criando praticamente um ambiente de trabalho insalubre.

Com isso, consequentemente a equipe vê os empregadores como vilões, não parceiros.

Não demora muito para que os funcionários comecem a render menos, fazer corpo mole, apresentar atestados médicos para justificar faltas e outras atitudes recorrentes em um ambiente desmotivado.

Justamente por motivos como esses, torna-se necessário ter uma visão aberta à qualidade de vida no trabalho.

Por que, em sua opinião, empresas como Google e Facebook, duas das maiores marcas do mundo, apostam em qualidade de vida?

Isso acontece, principalmente, para motivar as pessoas a quererem  trabalhar em um ambiente mais leve. Os colaboradores sentem-se privilegiados por estarem em empresas como essas.

Qualidade de vida para empresas: saiba como manter o ambiente de trabalho saudável

Escritório do Google é sinônimo de qualidade de vida no trabalho

Qualidade de vida para empresas: saiba como manter o ambiente de trabalho saudável

O clima leve e descontraído em escritórios torna o trabalho menos estressante, aumentando a produtividade dos colaboradores de modo natural

PS: Não confunda ambiente mais leve com ambiente sem metas. Muito pelo contrário. Ter um local de trabalho com clima agradável e com qualidade de vida, além de auxiliar na produtividade, torna a cobrança por um trabalho qualificado menos necessária por parte do empregador e mais espontânea por parte do próprio colaborador.

Portanto, investir em qualidade de vida nas empresas naturalmente fará a equipe render mais e melhor. Afinal, a sensação é de que o colaborador está um ambiente em que seu trabalho é valorizado – e de fato está sendo valorizado.

2) Saúde e a qualidade de vida nas empresas

A saúde dos colaboradores no ambiente de trabalho está intimamente ligada à qualidade de vida. Sem uma, não existe a outra.

Uma equipe trabalhando em condições laborais ruins acaba refletindo no dia a dia , tornando mais difícil a execução das atividades pertinentes a cada cargo e função. Logo, há menos produtividade por parte da equipe.

Então, torna-se primordial que a saúde dos colaboradores no ambiente de trabalho seja respeitada pelos empregadores, sobretudo porque está prevista em leis, através das Normas Regulamentadoras.

  • Mas como posso melhorar a qualidade de vida no trabalho?

Existem maneiras eficientes de manter o ambiente de trabalho voltado ao bem-estar e saúde dos colaboradores, de modo melhorar a produtividade da equipe, mas as seguir as Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho é a melhor opção para as empresas.

Normas Regulamentadoras = Qualidade de vida nas empresas

Para quem não sabe, as Normas Regulamentadoras (NR’s) são um conjunto de regras, adequações e parâmetros que as empresas DEVEM seguir, de modo a tornar o ambiente de trabalho mais seguro e saudável.

Qualidade de vida para empresas: saiba como manter o ambiente de trabalho saudável

Existem, ao todo, 35 Normas Regulamentadoras em vigência. Contudo, as empresas só devem seguir aquelas que se adéquam à respectiva área de atuação.

O grande benefício ao seguir as Normas Regulamentadoras é manter as empresas de acordo com a lei.

E não para por aí, além da questão jurídica, as Normas Regulamentadoras são aliadas das empresas na busca pela qualidade de vida no trabalho e manutenção da saúde e bem-estar dos colaboradores.

Por se tratar de regras que visam normatizar e padronizar requisitos mínimos de segurança e saúde nas empresas, naturalmente o resultado será um ambiente de trabalho mais agradável e, claro, seguro.

Como seguir as Normas Regulamentadoras?

A melhor forma de seguir à risca as Normas Regulamentadora é com o auxílio de uma empresa especializada em medicina e segurança do trabalho.

Por se tratar de regras e normas minuciosas, detalhistas e importantes, as empresas precisam do suporte profissional para que não haja dores de cabeça no futuro, como multas por falta de adequação às NR’s e processos trabalhistas devido a acidentes de trabalho.

Invista em qualidade de vida para empresas

Agora que conhece a importância de investir em qualidade de vida para empresas, você sabe o quão vital é para as empresas investir em alternativas que buscam cuidar da saúde e bem-estar dos colaboradores através das Normas Regulamentadoras.

Perfil Profissiográfico Previdenciário, para que serve?

eSocial: entenda mais sobre a nova obrigatoriedade para as empresas

O que é eSocial?

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eSocial

Através deste artigo, saiba o que é eSocial e descubra como ele pode mudar a rotina das empresas

É importante para todas as empresas estarem de acordo com as normas e leis regulamentadoras, a fim de evitar problemas e dores de cabeça. Dentre tantas obrigatoriedades existentes para os empregadores, surge, agora, o eSocial.

Para quem não está familiarizado com o termo, o eSocial é um decreto instituído pelo Governo, cujo objetivo é criar um sistema integrado, com informações e registros relacionados aos trabalhadores.

Por ser ainda recente, o eSocial ainda causa certa dúvidas entre os empregadores. Pensando nisso, listamos tudo o que as empresas precisam saber sobre o eSocial.

eSocial: entenda mais sobre a nova obrigatoriedade para as empresas

 

Mais sobre o eSocial

O decreto n° 8373/2014 institui o eSocial (Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciária e Trabalhistas).

A ideia do eSocial é fazer com que os empregadores comuniquem-se de forma mais direta com o Governo. Deve-se descrever, de forma integrada, informações referentes aos trabalhadores. Por exemplo: vínculos, contribuições previdenciárias, folha de pagamento, acidentes de trabalho, aviso prévio, escriturações fiscais e dados sobre o FGTS.

O grande diferencial dessa nova ferramenta é que tudo é feito de forma digital. Isto é, à distância.

A transmissão dos dados dos colaboradores feita de forma digital melhora a comunicação entre empregador e governo. O intuito é diminuir a burocracia, a fim de agilizar a troca de informações.

O envio de informações ao eSocial tem como foco substituir o preenchimento e a entrega de formulários. Além disso, reduz custos, processos e tempo gasto pelas empresas.

O eSocial é obrigatório?

eSocial

O eSocial é, sim, obrigatório para TODAS as empresas. Independentemente do porte ou segmento,  essa nova ferramenta deverá fazer parte da rotina de todos os empregadores.

Contudo, a obrigatoriedade imediata do eSocial está restrita somente às empresas que possuam faturamento anual de R$ 78 milhões.  A partir de Julho de 2018, o eSocial será obrigatório para quaisquer empresas, sem restrições.

As empresas que não se adequarem ao eSocial assim que estiver em vigor deverão lidar com as mesmas penalidades a que estão sujeitas atualmente pelo não cumprimento de suas obrigações.

Contudo, os empregadores devem saber que ficará inviável a quitação das obrigações trabalhistas, caso as empresas não estiverem de acordo com eSocial.

Benefícios que o eSocial oferece

O grande benefício que o eSocial oferece às empresas é as desburocratização de todo o processo de prestação das informações fiscais, trabalhistas e previdenciárias ao Governo.

Uma das principais vantagens que o eSocial oferece é a facilidade com que a troca de informações é feita, sempre de forma ágil e eficaz, sem imprevistos ou burocracias. Isso simplifica processos, gerando uma melhora considerável na produtividade das empresas.

Além disso, o eSocial vem com a premissa de subsidiar  a geração de guias  de recolhimento do FGTS e outros tributos, o que diminui erros nos cálculos que, infelizmente, ainda são recorrentes no desenvolvimento desses documentos.

Portanto, de forma básica, o eSocial é um novo sistema  de prestação de informação ao Governo. Ou seja, fique tranquilo, o eSocial não é uma nova carga tributária; mas, sim, uma ferramenta que facilitará o dia a dia burocrático das empresas.

eSocial e as empresas

O objetivo do eSocial para empresas é digitalizar informações que hoje ainda são registradas por métodos, digamos, ultrapassados.

Além disso, ele tende a facilitar a organização de informações por parte das empresas. Isso se deve ao fato de que todas as informações serão armazenadas em um ambiente público, sem custos e seguro.

Atualmente, todos os dados dos trabalhadores devem ser guardados por longos períodos, chegando até 30 anos. Quando falamos, entretanto, de armazenamento no ambiente virtual através do eSocial, a ideia é que tudo fica mais fácil e ágil.

Sistemas de informação substituídos pelo eSocial

De acordo com dados fornecidos pelo portal do Governo, por meio do eSocial , os empregadores passarão a comunicar ao Governo, de forma unificada, 15 obrigações:

  • GFIP – Guia de Recolhimento do FGTS e de Informações à Previdência Social
  • CAGED – Cadastro Geral de Empregados e Desempregados para controlar as admissões e demissões de empregados sob o regime da CLT
  • RAIS – Relação Anual de Informações Sociais.
  • LRE –  Livro de Registro de Empregados
  • CAT – Comunicação de Acidente de Trabalho
  • CD –  Comunicação de Dispensa
  • CTPS – Carteira de Trabalho e Previdência Social
  • PPP – Perfil Profissiográfico Previdenciário
  • DIRF – Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte
  • DCTF – Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais
  • QHT – Quadro de Horário de Trabalho
  • MANAD – Manual Normativo de Arquivos Digitais
  • Folha de pagamento
  • GRF – Guia de Recolhimento do FGTS
  • GPS – Guia da Previdência Social

O eSocial e a Medicina do trabalho

Todas as empresas devem seguir Normas Regulamentadoras (NR’s) impostas pelo Ministério do Trabalho. Justamente por isso, torna-se importante entender de que forma o eSocial irá interferir nas NR’s.

A ideia do eSocial é criar uma gestão ativa e eficiente quanto as Normas Regulamentadoras.  Isto é, a ideia é que o registro de informações referentes às NR’s seja feita de forma mais rápida que antes.

De modo geral, o intuito é fazer com que a prestação de informações relacionadas às NR’s, que antes eram exigidas mensal e anualmente, seja postada à medida que haja necessidade de atualização.

Por exemplo, caso um funcionário seja afastado devido um acidente de trabalho, as empresa terão até um dia útil seguinte ao acidente para atualização no eSocial.

Nesse caso, a melhor forma para evitar problemas entre o eSocial e a medicina do trabalho é buscando o auxílio de uma empresa voltada à medicina do trabalho.

Ela é quem dará todo o suporte quanto ao eSocial e criará, juntos com as empresas, estratégias que visam a adequação às próprias Normas Regulamentadoras.

Não perca tempo, comece a utilizar o eSocial

O quanto antes as empresas se adequarem à essa nova ferramenta, mais rápido ficará a adaptação a esse novo sistema. Afinal, demanda tempo se acostumar a um sistema completamente novo. Por isso, o quanto antes colocá-lo em prática, melhor.

Aproveite e leia, também, nosso artigo sobre o LTCAT.

eSocial: entenda mais sobre a nova obrigatoriedade para as empresas