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março 2019

diagnóstico prevenção câncer de colo do útero

Março lilás: prevenção do câncer de colo do útero

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De acordo com dados divulgados pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca), depois do câncer de mama e do câncer colorretal, o câncer de colo do útero é um dos que mais afetam a população feminina, podendo até mesmo deixar a mulher estérea. Além disso, é o quarto tumor que mais mata mulheres no Brasil. No ano de 2018, por exemplo, foram registrados 16 mil casos.
Sendo assim, o Março Lilás foi criado com o objetivo de conscientizar o público sobre a doença. Quer saber mais? Continue lendo o texto a seguir:

Diagnóstico

Existem dois tipos de câncer de útero: carcinomas e adenocarcinomas. O primeiro geralmente acontece a partir do vírus HPV, enquanto o segundo é um tipo mais incomum, mas também apresenta o risco de se desenvolver. Também há situações onde as células cancerígenas podem estar juntas.
Há 20 anos, grande parte das pessoas com câncer de colo do útero descobria a doença quando já estava em um estágio avançado. Ao longo do tempo, o avanço tecnológico trouxe muitos benefícios para a medicina e hoje, 44% identificam o câncer logo no início.
Câncer de útero na gravidez
É raro, mas o câncer de colo do útero também pode surgir durante a gravidez. Dependendo do grau de gravidade, a gestação deve ser interrompida para dar início ao tratamento adequado. Contudo, se o médico responsável e a mãe optem por dar à luz, o parto precisará ser feito por meio da cesariana.
Causas do câncer de colo do útero
Como dito anteriormente, a principal causa é o HPV, mas há uma série de fatores que podem levar ao câncer de colo do útero. Entre elas:

• Relação sexual com múltiplos parceiros;
• Iniciar a vida sexual precocemente;
• Ter um parceiro que se relaciona com outras pessoas;
• Baixa imunidade;
• Fumar;
• Não cuidar da higiene íntima.

Sintomas

Vale ressaltar que os sintomas são muito parecidos com doenças comuns, o que dificulta o diagnóstico. Por isso, é importante estar sempre com os exames médicos em dia. Alguns sinais:

• Dor e sangramento fora do período menstrual;
• Problemas na bexiga;
• Corrimento;
• Verrugas na área genital;
• Dores nas pernas;
• Dores nas costas;
• Perda de peso repentina.

Tratamento

No estágio inicial são recomendados tratamentos como histerectomia radical (onde acontece a retirada dos linfonodos pélvicos), traquelectomia, biópsia em cone, radioterapia e braquiterapia. No segundo estágio, quando o tumor tem até quatro centímetros, é feita a retirada dos gânglios linfáticos pélvicos. Agora se a medida for maior, o indicado é realizar uma braquiterapia e radioterapia externa junto à quimioterapia com cisplatina. Se for detectado um estado mais grave, o útero deve ser retirado.
Já no terceiro, se o câncer tiver se espelhado, o tratamento deve ser feito de modo que os sintomas sejam amenizados e o paciente tenha acesso a melhores condições de vida. Neste estado são indicados radioterapia, quimioterapia e medicamentos como gemcitabina, paclitaxel e topotecano.

Março Lilás

2019 é o segundo ano consecutivo em que acontece a Campanha Março Lilás, onde são realizadas palestras, vacinações, testes e exames. Se prevenir é sempre a melhor opção, portanto, sua participação é muito importante. Preserve a vida e viva com sabedoria.
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